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“Colesterol, quanto mais baixo melhor” – cuidado, não alinhe nessa moda! Parte 2
Um debate intenso, e que se tem tornado e apaixonado, foi lançado, em 2000, pelo médico e investigador sueco,  Uffe Ravnskov, MD, PhD com a publicação do seu livro The Cholesterol Myths. Neste livro o autor mostra a falácia da  prevenção cardiovascular centrada na diminuição do nível de colesterol, mostra que baixar o colesterol não diminui  a incidência de doenças cardiovasculares e descreve os perigos para a saúde decorrentes de ter o colesterol  demasiado baixo.  E o Dr. Uffe Ravnskov não está sózinho. Na organização THINCS um amplo conjunto de médicos e cientistas, de todo o mundo, mantém atualizada uma  informação aberta e cientificamente fundamentada que defende o papel do colesterol e da ingestão de gordura  saturada na manutenção da saúde bem como dos riscos da terapêutica injustificada com "statinas”, os fármacos  usados para baixar o nível sanguíneo do colesterol.  Aterosclerose – só quando o colesterol está oxidado!  A formação da placa de aterosclerose, na parede interna das artérias, é iniciada com moléculas de colesterol  oxidado.   Se o colesterol não estiver oxidado não participa na cascata de acontecimentos bioquímicos que termina  na formação da placa de arteriosclerose.  Para a eficaz prevenção cardiovascular urge mudar a perspetiva de como olhamos para o colesterol: o risco de  aterosclerose é ter colesterol oxidado não o seu seu nível sanguíneo.  Portanto, devemos prevenir e corrigir o stress oxidativo do organismo, para minimizar e controlar a oxidação do  colesterol.  Hipercolesterolémia familiar – um perigo real para tratar de forma continua!  Há famílias com um perfil genético que provoca o aumento do nível de colesterol para valores muito elevados,  habitualmente acima de 300 mg/dl, e desde idades muito jovens, por vezes desde a infância. É a  hipercolesterolémia familiar!  Nestas famílias há uma elevada incidência de doenças cardiovasculares.  Estas são as pessoas que devem fazer medicação e monitorização permanente do seu nível de colesterol sanguíneo,  como forma de minimizarem os riscos acrescidos associados ao seu perfil genético.  Nível de colesterol no sangue – valores & interpretação  Atualmente o consenso internacional considera: - Elevado acima de 240 mg /dl - Limítrofe entre 200 mg/dl e 239 mg / dl - Desejável inferior a 200 mg / dl. Ora é esta última frase que levanta muita preocupação. Se 200 mg/dl de colesterol pode ser um nível que, na maioria das pessoas, permita um funcionamento equilibrado  do seu organismo, já ter menos que 180 mg/dl de colesterol torna quase impossível manter equilibradas todas as  funções orgânicas que dependem do colesterol.  Se quer zelar pela sua saúde mantenha o seu colesterol em valores entre 200 mg/dl e 240 mg/dl e proteja-se do  stress oxidativo!
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