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Por um novo paradigma de conduta e tratamento Vitamina D3 para uma outra Terapia. Um outro caminho para o tratamento de doenças. Texto do neurologista Cícero Galli Coimbra, originalmente publicado no site do Instituto de Autoimunidade
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O Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade (“Instituto de Autoimunidade”) foi criado no primeiro semestre de 2011, a partir da iniciativa deste médico signatário e de ex-pacientes (atualmente seus amigos) que apresentavam  manifestações autoimunitárias, e que foram beneficiados com o tratamento a eles oferecido. Atualmente essas pessoas  possuem um nível normal de qualidade de vida, mantendo-se livres das agressões do sistema imunológico, ao ponto de  considerarem-se ex-portadores da doença e participam da direção do Instituto de Autoimunidade, idealisticamente voltados  para viabilizarem o mesmo benefício para outros pacientes, especialmente os mais carentes. Os relatos espontâneos dos pacientes beneficiados geraram grande repercussão nas comunidades da rede mundial de  computadores, originando a demanda pelas atividades a que se propõe o Instituto de Autoimunidade. O alvo das atividades  do Instituto de Autoimunidade volta-se para a identificação e para a correção de distúrbios metabólicos causadores das  doenças autoimunitárias, inicialmente com especial atenção para a correção da deficiência de vitamina D, hoje amplamente  reconhecida por diversos membros da comunidade científica internacional como fator primordial no surgimento e  exacerbação da atividade de doenças autoimunitárias e outras doenças graves, tais como câncer. A “vitamina D” (ou “colecalciferol”) é, na realidade, atualmente considerada um pré-hormônio no meio científico (pois é  transformada em diversas células do organismo humano no hormônio calcitriol – hormônio esse potencialmente capaz de  modificar 229 funções biológicas no organismo humano – referência 1). A utilização do colecalciferol como tratamento via  oral (desde que em doses fisiologicamente realistas – próximas daquelas obtidas através da exposição solar abundante)  tem baixo custo e alta efetividade; mostra-se capaz de manter os pacientes sem os prejuízos físicos, psíquicos e sociais  relacionados às doenças autoimunitárias, além de promover a regressão potencialmente completa de sequelas  recentemente adquiridas, o bem-estar e a autoconfiança do paciente. Poupa-se ao sistema de saúde público e privado vultosos gastos com internações hospitalares e medicamentos  dispendiosos, ensejando-se a um grande número de pacientes uma vida essencialmente normal e produtiva, livrando-os de  uma sobrevivência na condição de doentes crônicos, incapacitados para o trabalho e dependentes do sistema  previdenciário. Enfatiza-se que não se trata de um tratamento alternativo, mas de fato de reconstituir o mecanismo que a  própria natureza desenvolveu com o objetivo de evitar a agressão autoimunitária contra o próprio organismo. Em vista do  conflito com interesses relacionados ao comércio de medicamentos (que mensalmente movimenta somas bilionárias) que  atravanca a absorção desses conhecimentos mais recentes pela comunidade médica, o Instituto de Investigação e  Tratamento de Autoimunidade assume já como força motriz inspiradora de suas atividades, desde a sua fundação, o  fundamental compromisso de difundir as bases desse tratamento para outros profissionais médicos, para que se tornem  também eles elementos difusores dessa terapia, dessa forma contribuindo para o encurtamento do tempo que será gasto  para que um número maior de pacientes sejam beneficiados. O conhecimento científico atual revela que a deficiência de vitamina D (que afeta 76.5% de moradores na cidade de São  Paulo durante o inverno, baixando para apenas 37.3% durante o verão (segundo pesquisas publicadas por pesquisadores  da USP e da UNIFESP em 2010 – referência 2) está associado à ocorrência (suscetibilidade) e à sustentação (gravidade)  de virtualmente todas as doenças ou manifestações autoimunitárias, incluindo-se a esclerose múltipla, neurite óptica,  doença de Devic, doença de Guillain-Barré (poliradiculo-neurite), polineuropatia, miastenia gravis, artrite reumatóide, lúpus  (discóide ou eritematoso sistêmico), doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença celíaca, cirrose biliar primária,  hipotireoidismo (tireoidite de Hashimoto), uveíte, episclerite, psoríase, vitiligo, abortos no primeiro trimestre da gestação,  doença periodontal, diabete infanto-juvenil, alergias, etc. Também encontram-se associados à deficiência de vitamina D  (facilitados, induzidos ou favorecidos por ela) outros distúrbios ou doenças não autoimunitárias (ou ainda não classificadas  como autoimunitárias pela ciência contemporânea), tais como câncer, hipertensão, diabete da maturidade, acidentes  cardiovasculares, osteopenia e osteoporose, depressão, distúrbio bipolar, esquizofrenia, infertilidade, malformações  congênitas, dor crônica (incluindo-se a fibromialgia e a enxaqueca), doenças neurodegenerativas (como Parkinson e  Alzheimer), sonolência excessiva, etc. 
Vitamina D3